quarta-feira, outubro 19, 2016

O PRIMEIRO FILME DO TITANIC

O PRIMEIRO FILME DO TITANIC 
Saved From the Titanic (traduzido literalmente para o português como Salva do Titanic), e conhecido no Reino Unido como A Survivor From the Titanic (Uma Sobrevivente do Titanic, na tradução literal) foi um filme mudo de curta metragem, do genero documentário, estreado a 14 de Maio de 1912. É protagonizado por Dorothy Gibson, uma sobrevivente do naufrágio do Titanic, e dirigido por Étienne Arnaud. O roteiro foi da própria Dorothy.
O filme foi realizado em menos de duas semanas, a preto e branco, mas com algumas cenas a cor. Hoje é considerado perdido. As suas únicas cópias foram destruídas num incêndio nos Estudios Éclair, em 1914.
Foi uma das primeiras produções a usar cor. Apesar de ter sido filmado a preto e branco na sua maioria, duas cenas foram gravadas em Kinemacolor: a cena em que Dorothy regressa para junto de seus pais depois de ser considerada morta e a cena final, em que o seu pai oferece a filha em casamento a um homem.

sábado, outubro 08, 2016

TITANIC EM 2030

O TITANIC TERÁ O SEU FIM EM 2030 
O Titanic encontra-se a cerca de 3.800 metros abaixo da superfície do Oceano Atlântico Norte desde que atingiu o iceberg e afundou-se em 1912. Julgava-se que graças à profundidade do naufrágio, que este teria ficado bem preservado, até que finalmente foi descoberto em 1985. No entanto, passados que estão mais de 30 anos desde a sua descoberta, os cientistas acreditam que o Titanic não tem muito mais tempo de vida.
Apesar da deterioração do navio ter abrandado bastante devido ao ambiente que existe dentro do naufrágio, em 2010, uma proteobactéria foi descoberta em pedaços de ferrugem recuperados a partir do local do Titanic. Foi apropriadamente chamada de HALOMONAS TITANICAE, e a sua presença e sobrevivência significa que o naufrágio do Titanic está a ser comido progressivamente. As estimativas actuais prevêem que em 2030 veremos uma deterioração total da embarcação.
A corrosão que irá fazer desaparecer o Titanic do oceano dentro de 14 anos tem vindo a acontecer graças a uma surpreendente adaptação evolutiva sofrida pela bactéria titanicae Halomonas. Ela tem evoluído para poder regular a salinidade da água que existe no interior e, por conseguinte, sobrevive e prospera em condições submersas muito duras.
A sua sobrevivência resume-se a um osmólito que a bactéria produz chamado ectoine. Os osmólitos ajudam a manter o equilíbrio de fluidos e o volume celular das bactérias, e, neste caso, permite que a HALOMONAS TITANICAE lide com concentrações de sal da água do mar de até 25%. A salinidade da água onde o Titanic se encontra é de apenas 3,5%, por isso a vida é relativamente fácil para a titanicae.
Será inevitável que o Titanic acabe por desaparecer completamente, mas tão cedo assim era algo inesperado. Mas com a quantidade de conteúdos que existem em torno do naufrágio, e, claro, a existência do filme de James Cameron, jamais será possível esquecer este maravilhoso transatlântico.