domingo, maio 28, 2006

TITANIC
por Jefferson Krüger
Capítulo I – A Construção
No ano de 1894, em meio a muita chuva, Beatrix Slavier se encontra em trabalho de parto. Eis que nasce uma linda menina, Bárbara. Esta era morena: pele rósea, olhos azuis, cabelos negros como o ébano.
Baby, como ela era carinhosamente chamada por sua mãe, cresceu no luxo, era inteligente e sagaz. Ela teve uma educação muito rígida, cheia de mimos. Por ser filha única recebia toda a atenção para si.
Seu pai era engenheiro naval, já projetara muitos navios para a Cunard Line. Mas por muitas injustiças ele foi dispensado dos projetos que estava a realizar para a empresa. Sua família começou com o tempo a sofrer as conseqüências.
Dez anos se passaram, era aniversário de nossa menina. O festejo não estava de muito agrado, a falta de dinheiro não permitia que sua festa fosse tão elegante como as outras. Presente, uma mera boneca de pano, que era para sustentar a vontade de brincar algumas vezes até que enjoasse da mesma.
Mas verdadeiro foi o presente que seu pai recebera, uma grande notícia veio aos ouvidos do patriarca da família. Ele foi convocado pela White Star Line, empresa de navegação, para participar da construção de três novos navios. Os navios seriam semelhantes no tamanho, na potência, no conforto e no luxo. Eram eles: Britannic, Olympic e o mais famoso de todos, Titanic.
(Andrew relembrando e contando o acontecido à família)
Nos escritórios da White Star Line, J.P Morgan e J. Bruce Ismay reunem os sócios e empresários interessados para uma reunião que decidiria o futuro das construções dos navios.
J.P. MORGAN
- Estamos reunidos esta noite, para decidirmos que esse projeto que tanto nos alegra será mesmo realizado.
ISMAY
- E que realmente iremos construir três navios de luxo, velocidade e conforto. Semelhates entre si. O senhor Thomas Andrews dos estaleiros de Harland & Wolf em Belfast estara encarregado desde a projeção até a supervisionação da construção dos navios.
(rindo)
- E para seu auxílio, contratamos um outro engenheiro naval, que antes trabalhara para a Cunard Line, nossa rival e, que agora veio nos ajudar nesse expledoroso projeto.

J.P. MORGAN
- Gostaríamos de lhes apresentar o senhor Andrew Slavier que agora trabalhará a partir de hoje conosco.
Aplausos.
ISMAY (Cochichando à J.P. Morgan)
- Hehe... E os dois têm nome em comum... Andrew...
Ele ri do detalhe. Todos brindam.
(...)
A família toda vibra com esta maravilhosa notícia. O resto do aniversário de Baby foi alegre graças a esta novidade. Ela estava muito contente por seu pai.
Algum tempo depois, começam a construção do Titanic nos estaleiros de Harland & Wolf.
Algumas informações sobre a maquinaria e a potência do Titanic: “Imediatamente após as salas de caldeiras, prosseguindo para a popa do navio, se encontrava a maquinaria motriz. Na primeira sala, maior e com pouco menos de 21 metros, ficavam os motores alternativos; na segunda, ao longo de 16 metros, situava-se a turbina. Os dois motores alternativos, de quatro cilindros e de expansão tripla, foram construídos nos estaleiros Harland & Wolff. Eles punham em funcionamento as duas hélices laterais e, em ação combinada, desenvolviam uma potência de 30.416 cavalos de 75 rpm, capazes de impelir o navio para frente a uma velocidade de 21 nós.
Na segunda sala de máquinas, uma turbina Parsons, de 427 toneladas, acionava a terceira hélice central, aproveitando a pressão baixa do vapor dos motores principais. Com a soma dos 16.222 cavalos da turbina, o transatlântico podia atingir uma velocidade de 24 nós, que, todavia não eram suficientes para superar os navios rivais da Cunard. Tanto nos motores alternativos como na turbina, o ciclo percorrido pelo vapor em todo o aparelho era o mesmo. Enquanto funcionava, uma determinada quantidade de água se convertia em vapor na caldeira, onde havia adquirido uma certa energia térmica, graças ao calor produzido pela combustão.
Ao mesmo tempo, um peso equivalente de vapor saía da caldeira e, por meio de tubos bem isolados para reduzir ao mínimo a dispersão de calor, chegava ao motor, onde, agindo sobre os pistões dos motores alternativos ou sobre os motores da turbina, realizava seu trabalho.” *
* trecho retirado do site de meu amigo Mário.

2 comentários:

Alencar disse...

Já tive a oportunidade de ler essa história em primeira mão.
De fato é excelente e nos prende como todas as histórias do Titanic.
Não percam os capítulos, pois é muito interessante.
Parabéns Jefferson pela história e parabéns Mário pelo Blog.

ludmila disse...

e divertido me prendo as historias intereçantes eu ja me virei agora pareço uma passageira do titanic da 1 classe intressante nao sou de briga tenho muito cuidado com tudo todos dizem que na minha familia tem alguem que teve algo a ver com o titanic e que meu sangue tem haver com o titanic e divertido essas historias que dizem mas as vezes eu penço"SERA QUE EU TENHO ALGUEM NA FAMILIA QUE TEM ALGO HAVER COM O TITANIC...NAO..SIM......AI NAO SEI"e terrivel nao saber se tem algem na familia com ralaçao ao titanic.